Mauricio Alemão padrinho do Projeto Brasileirinho está jogando na 6ª divisão alemã e sonha com grandes clubes!


Ex-Potiguar disputa 6ª divisão alemã e sonha com grandes clubes

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Muitos brasileiros se aventuram nas divisões de acesso da Europa na esperança de um dia chegarem às grandes equipes e disputarem a Uefa Champions League. Mesmo que isso não ocorra, eles podem melhorar a situação financeira da família e aproveitarem a qualidade de vida destes países.

Esse é o caso do zagueiro Maurício Silva Mesquita Júnior. Ele está desde junho deste ano no Rot-Weiss Neuenhagen, time da sexta divisão da Alemanha.

“É um sonho realizado, já tinha desistido e estava um tempo atrás trabalhando como ajudante de pedreiro com meu pai. De uma hora pra outra pode mudar na minha vida”, contou o jogador, ao ESPN.com.br.

Ao lado de outros cinco compatriotas, o carioca de 23 anos quer um dia disputar a Bundesliga. Antes disso, porém, ele joga com alemães que fora dos gramados também são bancários, pedreiros e até advogados.

“O futebol é uma segunda opção na vida dos alemães, mas para mim é a primeira. O clube nos colocou na escola de alemão. Eu estou aprendendo umas palavras, ainda não domino o idioma que é bem difícil”.

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Os treinos do Rot-Weiss Neuenhagen ocorrem no período noturno durante a semana. As partidas são disputadas somente aos finais de semana.

“É uma oportunidade muito boa e estamos invictos no campeonato. O time é muito bom e ganhamos todos os nove jogos. O campeonato é diferente do Brasil, mais fraco, mas tem muito toque de bola. Saem muitos gols nas nossas partidas e os placares são muito elásticos. Fizemos 11 gols no último jogo”.

O clube é organizado, com dois campos de treinamentos e um estádio para duas mil pessoas. Os brasileiros moram em casas cedidas pela equipe e recebem alimentação. Todos os compromissos assumidos, segundo Maurício, são cumpridos em dia.

“Eu tenho um ano de contrato. Moro no centro de Berlim, uma cidade muito bonita e boa de se viver. O custo não é tão caro. O presidente cuida da gente como filhos mesmo”.

“A cultura deste país é maravilhoso e as pessoas são educadas e carinhosas. Eles conversam com a gente e não tratam ninguém de forma inferior. Se puder fazer carreira aqui seria um sonho. A experiência é muito boa para ter um crescimento”.

Além disso, ele quer avançar às fases seguintes da Copa da Alemanha para encarar times de divisões superiores e chamar atenção. Maurício sabe que precisará de paciência, grandes atuações e muita sorte para subir degrau por degrau no país e quem sabe chegar ao seu grande sonho: defender o Bayern de Munique.

“Alemanha é o melhor país do mundo e o futebol aqui é grandioso. Eles brincam por causa do 7 a 1 , mas amam os brasileiros. São muito fãs do nosso futebol e falam muito de Ronaldo, Ronaldinho, Cafu e Romário”.

DA TERCEIRA DIVISÃO DO RJ PARA EUROPA

Mauricio começou nas quadras de futsal antes de ir para o futebol de campo no Nova Iguaçu-RJ. Ele passou depois por Artsul-RJ e também fez testes no Grêmio. Após não ter ficado na equipe gaúcha, permaneceu seis meses parado antes de jogar no Miguel Couto, clube da terceira divisão carioca, no qual se profissionalizou, em 2013.

“Fomos vice-campeões da Série C, fiz quatro gols e fui melhor zagueiro do torneio. No ano seguinte, fui ao Gonçalense e consegui ser campeão e fiz vários gols também”.

Depois de passar pelo Itaboraí-RJ na segundona estadual, ele disputou a Série D do Campeonato Brasileiro pelo Potiguar-RN.

“Estava de férias e fiquei 20 dias descansado e ia jogar pelo Sampaio Corrêa-RJ, mas depois de três dias surgiu a Alemanha. Um amigo meu que jogou comigo me indicou para cá e vim. Não podia perder essa chance”.

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Matéria  do atleta padrinho no Projeto Brasileirinho!

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Este atleta que aqui mostro nesta entrevista está na Alemanha e esteve no campo do Chicão visitando nossos alunos, (Foi tema de matéria na redetvwebmais.com) AQUI COM VÍDEO E TUDO! (https://www.youtube.com/watch?v=4k8NlLo8_ag&t=48s) VEJA A MATÉRIA https://cesbrasileirinho.wordpress.com/2017/01/23/mauricio-alemao-padrinho-do-projeto-brasileirinho-esta-jogando-na-6a-divisao-alema-e-sonha-com-grandes-clubes/

Fonte: ESPN

Fonte: http://f9.net.br/ex-potiguar-disputa-6a-divisao-alema-e-sonha-com-grandes-clubes/

Gallo prega ‘nova mentalidade’ nas seleções de base e veta fones, brincos, chinelo e cabelos malucos


POR ESPN
Inspirado pela química criada entre uma seleção brasileira mais “séria” e “comprometida” e a torcida durante a Copa das Confederações, o novo técnico das equipes nacionais de base, Alexandre Gallo, resolveu adotar uma linha dura com os novos convocados. Em entrevista ao Estado de S. Paulo, o treinador avisou que irá proibir os atletas de usarem fones de ouvido, chinelos, brincos e penteados malucos enquanto estiverem com a seleção.

O objetivo, segundo o comandante, é evitar novos vexames como o do último Sul-Americano sub-20, no qual o Brasil terminou na lanterna do gruopo B (atrás de Peru, Uruguai, Equador e Venezuela) e não se classificou nem para o hexagonal final, ficando de fora também do Mundial da categoria, vencido recentemente pela França.

Divulgação/CBF
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Alexandre Gallo, técnico da seleção brasileira sub-20
Gallo: veto aos fones de ouvidos e ao famoso “chinelinho”
“Eu vou implantar uma nova mentalidade na base. Não tem mais brinco, não tem fone de ouvido, não tem cabelo, marra, nada. Os que têm, estão fora. Só jogadores comprometidos serão convocados”, disparou Gallo. “O grande lance é o que aconteceu na Copa das Confederações. Por que todo mundo gostou do Brasil? Porque houve comprometimento e cumplicidade no trabalho. Os jogadores eram quase os mesmos de antes, mas o comprometimento mudou”, completou.

Perguntado se não estaria exagerando, o ex-treinador do Náutico discordou e afirmou que não quer que os atletas da seleção passem imagem de “desleixo”.

“A partir do momento em que o jogador veste a camisa da seleção brasileira, a imagem que ele está passando é para um outro garoto que não está convocado. Se ele passa a imagem do brinco, fone, chinelo, vai passar a imagem do desleixo. Tem que passar imagem de profissional. Ele não está a um passo de ser profissional?”, questionou.

“Tem um menino do sub-15 do Grêmio que é um craque, mas num torneio que vi ele se recusou a dar a mão para o técnico e usava um cabelo cortado com a inicial do seu nome e o número 10. E está fora da seleção. O Gabriel [Gabigol, do Santos] só foi chamado agora para a sub-17 porque mudou seu comportamento. O pessoal dos clubes tem me agradecido muito por essa postura”, assegurou.

Gallo diz, inclusive, que sua linha dura já era conhecida e foi aprovada tanto pelo presidente da CBF, José Maria Marin, quanto pelo técnico da seleção principal, Luiz Felipe Scolari, quando ele foi convidado para deixar o Náutico e assumir as equipes nacionais de base.

“Teve o aval dos dois (Felipão e Carlos Alberto Parreira, coordenador técnico da seleção). Sem dúvida, eles pesquisaram bastante sobre tudo o que acontecia na minha carreira, nos clubes em que trabalhei e foi muito bacana, porque não caí por acaso numa situação dessa. Tem um histórico, principalmente de conduta”, afirmou.