Nesta Páscoa vamos doar bombons?


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“Rogo ao bom Deus que toda sua Casa esteja sempre na Benção e Graça do Senhor.”
Patrick Veloso
Educador Esportivo e Ativista Social
 Fone: 21 97162-2307 / 98736-7340
 
No Instituto BRASILEIRINHO utilizamos o futebol, bem como o handball, volei, futsal, basquetball, esportes com grande penetração em várias camadas sociais, onde, com diversas atividades propiciaremos uma aprendizagem que mobilize aspectos sociais, éticos ou seja, que os alunos sejam capazes de participar de atividades físicas, intelectuais e respeitando o próximo, repudiando a violência e adotando hábitos saudáveis. Longe das ruas, das drogas.
Fone: 21 97162-2307 / 98736-7340

 

Mauricio Alemão padrinho do Projeto Brasileirinho está jogando na 6ª divisão alemã e sonha com grandes clubes!


Ex-Potiguar disputa 6ª divisão alemã e sonha com grandes clubes

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Muitos brasileiros se aventuram nas divisões de acesso da Europa na esperança de um dia chegarem às grandes equipes e disputarem a Uefa Champions League. Mesmo que isso não ocorra, eles podem melhorar a situação financeira da família e aproveitarem a qualidade de vida destes países.

Esse é o caso do zagueiro Maurício Silva Mesquita Júnior. Ele está desde junho deste ano no Rot-Weiss Neuenhagen, time da sexta divisão da Alemanha.

“É um sonho realizado, já tinha desistido e estava um tempo atrás trabalhando como ajudante de pedreiro com meu pai. De uma hora pra outra pode mudar na minha vida”, contou o jogador, ao ESPN.com.br.

Ao lado de outros cinco compatriotas, o carioca de 23 anos quer um dia disputar a Bundesliga. Antes disso, porém, ele joga com alemães que fora dos gramados também são bancários, pedreiros e até advogados.

“O futebol é uma segunda opção na vida dos alemães, mas para mim é a primeira. O clube nos colocou na escola de alemão. Eu estou aprendendo umas palavras, ainda não domino o idioma que é bem difícil”.

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Os treinos do Rot-Weiss Neuenhagen ocorrem no período noturno durante a semana. As partidas são disputadas somente aos finais de semana.

“É uma oportunidade muito boa e estamos invictos no campeonato. O time é muito bom e ganhamos todos os nove jogos. O campeonato é diferente do Brasil, mais fraco, mas tem muito toque de bola. Saem muitos gols nas nossas partidas e os placares são muito elásticos. Fizemos 11 gols no último jogo”.

O clube é organizado, com dois campos de treinamentos e um estádio para duas mil pessoas. Os brasileiros moram em casas cedidas pela equipe e recebem alimentação. Todos os compromissos assumidos, segundo Maurício, são cumpridos em dia.

“Eu tenho um ano de contrato. Moro no centro de Berlim, uma cidade muito bonita e boa de se viver. O custo não é tão caro. O presidente cuida da gente como filhos mesmo”.

“A cultura deste país é maravilhoso e as pessoas são educadas e carinhosas. Eles conversam com a gente e não tratam ninguém de forma inferior. Se puder fazer carreira aqui seria um sonho. A experiência é muito boa para ter um crescimento”.

Além disso, ele quer avançar às fases seguintes da Copa da Alemanha para encarar times de divisões superiores e chamar atenção. Maurício sabe que precisará de paciência, grandes atuações e muita sorte para subir degrau por degrau no país e quem sabe chegar ao seu grande sonho: defender o Bayern de Munique.

“Alemanha é o melhor país do mundo e o futebol aqui é grandioso. Eles brincam por causa do 7 a 1 , mas amam os brasileiros. São muito fãs do nosso futebol e falam muito de Ronaldo, Ronaldinho, Cafu e Romário”.

DA TERCEIRA DIVISÃO DO RJ PARA EUROPA

Mauricio começou nas quadras de futsal antes de ir para o futebol de campo no Nova Iguaçu-RJ. Ele passou depois por Artsul-RJ e também fez testes no Grêmio. Após não ter ficado na equipe gaúcha, permaneceu seis meses parado antes de jogar no Miguel Couto, clube da terceira divisão carioca, no qual se profissionalizou, em 2013.

“Fomos vice-campeões da Série C, fiz quatro gols e fui melhor zagueiro do torneio. No ano seguinte, fui ao Gonçalense e consegui ser campeão e fiz vários gols também”.

Depois de passar pelo Itaboraí-RJ na segundona estadual, ele disputou a Série D do Campeonato Brasileiro pelo Potiguar-RN.

“Estava de férias e fiquei 20 dias descansado e ia jogar pelo Sampaio Corrêa-RJ, mas depois de três dias surgiu a Alemanha. Um amigo meu que jogou comigo me indicou para cá e vim. Não podia perder essa chance”.

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Matéria  do atleta padrinho no Projeto Brasileirinho!

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Este atleta que aqui mostro nesta entrevista está na Alemanha e esteve no campo do Chicão visitando nossos alunos, (Foi tema de matéria na redetvwebmais.com) AQUI COM VÍDEO E TUDO! (https://www.youtube.com/watch?v=4k8NlLo8_ag&t=48s) VEJA A MATÉRIA https://cesbrasileirinho.wordpress.com/2017/01/23/mauricio-alemao-padrinho-do-projeto-brasileirinho-esta-jogando-na-6a-divisao-alema-e-sonha-com-grandes-clubes/

Fonte: ESPN

Fonte: http://f9.net.br/ex-potiguar-disputa-6a-divisao-alema-e-sonha-com-grandes-clubes/

VAMOS AJUDAR COMPRANDO A RIFA DA CESTA BÁSICA EM PROL DO PROJETO BRASILEIRINHO – 2017


AMIGOS CONTAMOS COM VOCÊS!
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Folhinha 2017 do Brasileirinho


Olá amigos hoje é o penúltimo dia do ano e estamos compartilhando a “Folhinha 2017 do Brasileirinho”, um presente das crianças e jovens do nosso projeto social para você lembrar das datas mais importantes do ano.

Por favor pode compartilhar com seus amigos!

Feliz Ano Novo, Deus lhe abençoe!

Grande abraço,

Prof.: Patrick Veloso.

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Crack nem pensar garotada! Drogas nem pensar!


Pais, o Projeto Brasileirinho está fazendo uma campanha preventiva contra esta epidemia que é o crack, por favor nos ajude a difundir esta campanha!

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  • Pela forma de uso, o crack é mais potente do que qualquer outra droga e provoca dependência desde a primeira pedra. A droga é de fácil acesso, sem cheiro, de efeito imediato e aprisiona pacientes e seus familiares. O baixo custo da pedra – em torno de R$ 5 – revela-se ilusório. Empurrado para o precipício da fissura, o dependente precisa fumar 20, 30 vezes por dia. Desfaz-se de todos os bens, furta de familiares e amigos e, por fim, começa a cometer crimes.

 

O que é o crack:

  • Divulga galera, vamos partilhar pelos celulares, facebook, email, vamos juntos…
  • A pedra de crack é produzida com a mistura de cocaína e bicarbonato de sódio ou amônia. Sua forma sólida permite que seja fumada.

Como é o uso:

  • O usuário queima a pedra de crack em cachimbo e aspira a fumaça. O crack também é misturado a cigarros de maconha, chamados de piticos.

O efeito:

  • O crack chega ao cérebro em oito a 12 segundos e provoca intensa euforia e autoconfiança. Essa sensação persiste por cinco a 10 minutos. Para comparar: ao ser cheirada, a cocaína em pó leva de 10 a 15 minutos para começar a fazer efeito.

A dependência:

  • A fumaça do crack atinge rapidamente o pulmão, entra na corrente sanguínea e chega ao cérebro. É a forma de uso, não a composição, que torna a pedra mais potente.

Como proteger seu filho:

  • A prevenção é arma mais forte na luta contra o crack. Veja dicas que podem ajudá-lo a manter seu filho longe da droga Esqueça aquele mito de que é bonitinho uma criança experimentar uns goles de cerveja com você. Tenha hábitos saudáveis: as escolhas dos pais influenciam o comportamento dos filhos. Pesquisas mostram que, em lares com pais fumantes, o índice de filhos fumantes é maior. Dê o exemplo: quando as crianças observam os adultos beberem para relaxar ou superar a timidez, aprendem que também precisam de substâncias químicas para superar seus problemas. Acompanhe a rotina de seu filho: é importante saber onde ele está, o que faz e com quem está. Mudanças bruscas de comportamento podem ser um sinal de que há problemas.
  • Fontes: Fernando Oliveira, diretor da Divisão de Investigação do Narcotráfico do Denarc, e Helena M. T. Barros, psicofarmacologista

Sinais de alerta:

  • As marcas para descobrir se alguém está usando drogas na família ou no círculo de amigos são facilmente percebidas se existe diálogo e uma relação aberta. Quando falta conversa, também há sinais que podem ajudar pai, mãe, irmão ou avó e avô a descobrir o uso e tentar ajudar o viciado a livrar-se da dependência. Além da devastação no organismo (veja quadro), o comportamento avisa. Há visível mudança física, que inclui perda de peso acentuada, em especial nos usuários de cocaína e crack — os “crackeiros” ainda sofrem de envelhecimento precoce e pele ressecada. O consumo de drogas deixa o usuário retraído, deprimido, cansado e até descuidado em sua aparência. Um teste da Associação Espaço Comunitário Comenius, de São Paulo, orienta a observar o estilo da pessoa — se ficou agressiva, adotou atitudes violentas e se mudou de amigos. Para Maria Cecília Heckrath, coordenadora do setor de álcool e drogas da Secretaria de Estado da Saúde (SC) , não há fórmula segura para detectar o consumo de drogas, mas é comum perceber o uso se a família tem diálogo. – Quando os pais são distantes ou a família é desestruturada fica difícil. Aí os pais só percebem quando encontram droga no bolso do filho, diz Maria Cecília, que trabalhou mais de 10 anos no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Florianópolis.

O conjunto desses fatores pode indicar o consumo:

  • O jovem anda retraído, deprimido, cansado e descuidado do aspecto pessoal (com cabelo e barba por fazer e unhas sujas e malcuidadas), agressivo, com atitudes violentas.
  • Quando a pessoa muda radicalmente o grupo de amizades. Se estuda, mostra dificuldades na escola e perde o interesse por passatempos, esportes e hobbies. Se trabalha, começa a faltar e ficar relapso.
  • O usuário muda seus hábitos alimentares, deixa de se alimentar com frequência e passa a sofrer com distúrbios de sono. O usuário de crack pode perder 10 quilos em um mês.
  • Usa desodorantes para disfarçar cheiro, fica com os olhos vermelhos, as pupilas dilatadas e usa colírios.
  • Mantém conversas telefônicas com desconhecidos, começa a furtar objetos de valor na própria casa.
  • Adota mudanças no visual, usa roupas sujas e faz apologia a drogas.
  • No caso da maconha, quando há caixas de fósforos furadas no centro, ou piteiras e cachimbos, que permitem fumar o cigarro de maconha até o final sem queimar os dedos ou os lábios; papel de seda (para enrolar a droga); tem manchas amareladas entre as pontas dos dedos e queimaduras e há cheiro nos lençóis.
  • No caso da cocaína, cartões de crédito e lâminas utilizados para pulverizar o pó e canetas sem carga, para aspirá-lo, são sinais de uso.
  • Também é importante perceber se o nariz da pessoa sangra com frequência ou apresenta coriza, se tem dificuldade para falar, gasta mais dinheiro do que o normal e sai mais de casa, ou passa noites insones.

Zero Hora e A Notícia